terça-feira, 27 de abril de 2010

Hum...

— O que eu penso de você? Fácil: suspiros e borboletas no estômago.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Holly

Era cedo, mas ela precisava de um drink. Era inaceitável, mas ele estava lá. Era burrice, mas ele a levou para tomar seu drink. Era loucura, mas ela aceitou sob a condição de só levá-la para casa quando ela estivesse completamente bêbada. Era cedo e era champagne. Era cedo e era triste. Não era cedo, era amor. Era bobagem, mas ele insistiu.

— Três palavras.
— Mais uma, garçom?
— Não, eu te amo.
— Hum, quase.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Da doçura do amor e da infância

— Lembra quando nós éramos crianças e vendiam um pirulito pequenininho, de sabor tutti-frutti, cuja embalagem sempre grudava no doce e dava um trabalho danado pra abrir?
— Lembro. Você adorava esse doce. Eu sempre lhe comprava um bocado quando queria me desculpar de alguma coisa.
— Pois é. Ainda vendem. O sabor continua maravilhoso!
— É?
— É... você é o meu doce pequeninho que dá trabalho pra abrir, mas que, no final do dia, recompensa todos os esforços. Eu amo você.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

O mundo virou Manhattan

Love's died.

Clarinha, 4 anos

— Titio Gui, você vai usar aparelho pra sempre?
— Não, Clarinha. Por quê?
— Porque eu ouvi uma moça, lá na escola, dizer que, se ela parar de usar o aparelho dela, os dentes dela voltam a ser como eram antes. Você usa o seu toda noite, não é?
— É.
— Se você parar de usar ele, os seus dentes vão ficar como eram antes?
— Não sei, talvez.
— Ah, titio, você vai ter que usar aparelho pra sempre!
— É..., não sei.
— Se preocupa não, titio, se a Lala não quiser te namorar pra sempre, eu te namoro.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009